sexta-feira, 29 de julho de 2011

Receita de barra protéica de chocolate com banana

Hoje vamos dar uma receita de algo gostoso e que pode ser usado como um lanche entre o período da manhã e o almoço. Uma barra bem protéica e muito saborosa. Excelente para as pessoas que tem pouco tempo entre as principais refeições!
Vamos conhecer uma maneira prática de preparar algo gostoso para momentos especiais, sem perder a qualidade nutricional?
Ingredientes:
300g de bananas descascadas.
1 colher de sopa de canela em pó
1 colher de sopa de chocolate em pó
3 claras de ovos
250ml de le
ite desnatado
200g de aveia em flocos
1/3 de copo de adoçante colunário
1 colher de sopa de óleo
60g de whey protein sabor chocolate
Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes em uma tigela. Coloque a massa em forma de barras em cima de um papel manteiga em uma assadeira. Deixe assar em 300ºC por cerca de 25 minutos. Caso prefira, você pode colocar a massa inteira (apenas espalhando) e fazer os cortes após assar.
Rende 8 porções pequenas ou 4 porções grandes.
Valores nutricionais por barra pequena:
Calorias: 189Kcal
Proteínas: 11g
Carboidratos: 28g
Gorduras: 4,5g

Fonte: Artigo escrito por Marcelo Sendon

Exercícios proibidos ou execução incorreta? – Pt 3

Confira a ultima parte do artigo sobre o mitos dos exercícios“proibidos”

Exercícios errados ou execução incorreta? Saiba a verdade sobre muitos mitos que cercam alguns exercícios e saiba como, quando, porque e se é, realmente necessário evitá-los. Conheça a conclusiva e última parte deste artigo.
Hoje termina este maravilhoso artigo sobre o mito dos exercícios proibidos. Espero que este artigo tenha aberto os olhos de alguns profissionais que passam diariamente por aqui, pois não existe este mito de exercícios proibido.
Ocasionar uma sobrecarga muito grande sem os devidos cuidados é sinônimo, na maioria dos casos de grandes e sérias lesões, inclusive irreversíveis, em alguns casos.
– Não respeitar o objetivo do atleta:
É um grande problema que encontramos nas academias. A falta de respeito com os objetivos dos atletas e/ou apenas praticantes. Ora, se a pessoa deseja hipertrofia muscular, então porque focar tanto naqueles exercícios funcionais com a desculpa de fortalecimentos e eficácia funcional?? Da mesma forma, para que fazer um ectomorfo correr 15 ou 20 minutos antes de um treino anaeróbio?? Se o indivíduo necessita perder gordura e faz uma dieta hipocalórica, então porque deixá-lo apenas na parte aeróbia e esquecer que a parte anaeróbia é fundamental para preservar a massa muscular magra?
Pois bem, saber respeitar os limites dentro dos objetivos é algo muito importante e que requer um bom-senso extra do treinador.
Tudo bem, conhecendo então os erros que não deveriam acontecer aos montes dentro de um ginásio esportivo, remetemos nosso raciocínio aos exercícios que vulgarmente são conhecidos como perigosos (e até podem ser se executados da maneira incorreta e técnica e auxílio) e os vulgarmente conhecidos como clássicos e seguros que, em muitos casos, pela biomecânica são realmente perigosos e sujeitos a ocasionar lesões sérias em partes principais do corpo humano.
Afinal, o que faz de um exercício perigoso? Três principais fatores que estão em enumeração em sua ordem de importância:
1º – Execução incorreta do exercício.
É óbvio que alguns exercícios são mais fáceis de gerarem lesão pela sua biomecânica, porém, não devem ser totalmente desprezados ou excluídos de algumas rotinas. Mas em primeiro lugar, deve-se observar a maneira com que eles são executados. E, obviamente, deve-se observar a maneira como não só eles, mas QUALQUER outro exercício deve ser executado. Seja ele de dificuldade fácil, média ou difícil.
Vamos exemplificar, para assim, ficar mais fácil de entendermos:
Usaremos o desenvolvimento de ombros por trás, a princípio. Não é muito conveniente, neste caso, nem mesmo para atletas avançados, que se use mais de 90º de amplitude na descida da barram, justamente por segurança das articulações, do manguito rotator e de outros músculos envolvidos. Porém, é muito mais seguro executar este movimento desta maneira, do que fazer, por exemplo, extensão de tríceps com cabos dando trancos no cotovelo ao fazer a extensão dos mesmos. E observemos que a extensão de tríceps é um dos exercícios mais fáceis e seguros da musculação.
Com o exemplo então, podemos concluir que não necessariamente um exercício pode ser perigoso, mas a forma sua execução, fala muito mais alto.
2º – Biomecânica do exercício.
Obviamente não menos importante, ficam as biomecânicas dos exercícios. Primeiramente, é bom diferenciar o indivíduo que os retira da rotina (o que pode não necessariamente ser conveniente, pois todo bom estímulo é válido e é extremamente eficaz ativar e atingir as fibras musculares das mais variadas formas possíveis) e o indivíduo que os executa com cautela e sabe quando trocá-lo por outro.
Exercícios como desenvolvimento por trás com barra (deltóides/tríceps) são ótimos e podem entrar por um período curto no treinamento e, claro, devem ter cuidado redobrado. Porém, é muito conveniente que grande parte do treino seja composto por desenvolvimentos pela frente. Além, claro de obtermos muito mais estabilidade, segurança, força e amplitude, não estaremos fazendo nenhuma compressão nas cabeças de ligamento dos ombros, o que evita, provavelmente, muitas lesões.
Outro exercício pouco discutido é a extensão de tornozelos no Leg Press 45º (treino de panturrilhas tido como seguro e recomendado em muitos lugares). Este exercício pode tranquilamente ser substituído por um burrinho sentado, ou extensão depanturrilhas em pé, pois este, o coloca em uma posição anatômica de hiper extensão das inserções miotendíneas, deixando facilmente um caminho aberto para qualquer lesão nas mesmas.
Outro exercício condenado, é o agachamento livre. Para isso, utilizam máquinas mirabolantemente complicadas ou simplesmente trocam pelo famoso Leg Press 45º com mera desculpa de… segurança, isso mesmo. Mas, esquecem que a alavanca proporcionada por este, é muito mais perigosa do que os condenados 90º ultrapassados no agachamento (afundo).
Entre muitos outros exercícios que poderíamos citar, como a remada alta, o pulldown aberto pela nuca (e alguns ainda arriscam usar a barra romana nesse exercício) ou até mesmo o clássico supino reto. Sim, o supino reto. Estudos mostram que a biomecânica do supino reto livre, pode ocasionar diversas lesões, principalmente nos deltóides anteriores. Então, deixe um pouco o ego dos 180kg de supino fora da academia e comece a usar o esquecido chest press. O músculo e a maneira de trabalhá-lo será a mesma, porém, com menos ego e mais segurança (e desta vez, segurança)…
3º – Invenções mirabolantes de exercícios inexistentes
Esse é um clássico problema que ocorre por parte de profissionais e por parte de alunos também.
Vamos fazer alguns breves comentários exemplificando antes de mostrar o real perigo disto:
Outro dia, vi um guri de aproximadamente 15 ou 16 anos fazendo rosca direta. Batendo o olho, era uma rosca direta como qualquer outra, mas percebi uma pequena inclinação em um dos lados. Aproximei-me e não pude crer no que vi. Um dos lados tinha mais peso do que o outro. Indaguei-o sobre a falta de atenção. Mas quando achei que nada poderia ser pior ele me explicou que preferia fazer aquilo porque tinha um dos lados mais forte do que o outro! – Acho que já devem imaginar como foi minha cara quando ouvi isso, não devem?
Mais adiante, um jovem me reclamou sobre os treinos impostos em sua academia e, começou a me passar a lista de exercícios que fazia. Supreendentemente, vi um agachamento no aparelho de panturrilhas (sim, aquele que você apóia nos ombros e faz a extensão dos tornozelos em pé). E, passado por um “profissional” que julgava o agachamento livre perigoso e extremamente fácil de lesionar as pessoas. ORAS! O aparelho é anatomicamente preparado para treinar-se panturrilhas e não agachamento. É como fazer supino no Leg Press. Simplesmente, não tem como. A Biomecânica é totalmente interferida quando fazemos essas invenções.
Pois bem… E esses são apenas dois exemplos de problemas que ocorrem aos montes dentro de uma academia quando começamos a inventar exercícios sem um bom estudo antes. E com estes, ganhamos de brinde, algum tipo de dor ou lesão em alguma parte do corpo, por mínima que seja.
Para ser sincero, acho esse problema é tão comum e freqüente que, reparo que as vezes fazemos coisas que são consideradas comuns, mas que não passam de uma grande invenção sem lógica, como o agachamento no Smith, por exemplo.
Com esses três tópicos anteriores, podemos então chegar a conclusão que não há necessariamente um exercício prejudicial ou proibido, mas sim um conjunto de fatores que podem interferir negativamente durante a realização do mesmo, tornando-o perigoso.
Tratar exercícios livres como trata-se hoje é uma grande falta de conhecimento e uma grande involução dentro da musculação.
Lembre-se que, tendo uma Lamborghini, ou tendo um Fusca, o que definirá um possível acidente não é a potência do carro, mas sim quem o dirige e quem está a sua volta.
Conclusão:
Contudo, podemos citar algumas conclusões básicas:
- O que, de fato ocasiona uma lesão não é o tipo de exercício (com exceção das tais invenções), mas sim, a forma como executamos o mesmo.
- Caga não é necessariamente o fator primordial para se realizar um treinamento de hipertrofia.
- Devemos parar de inventar novos exercícios e optar pelo básico que funcionou e funciona aos atletas de ponta.
- Com toda parnafenália existente na maquinaria moderna de uma academia, aliado a incompetência de ambos os lados, professores desqualificados e atletas/alunos teimosos e ignorantes na área tendem a ocasionar mais lesões.
- É sempre bom pesquisar sobre o assunto afim de não ser “ludibriado’ dentro de uma academia.
- Procure sempre profissionais competentes e que respeitem seus objetivos.

Fonte: Artigo escrito por Marcelo Sendon

Exercícios proibidos ou execução incorreta? – Pt 2

Confira a segunda parte do artigo sobre os exercícios “proibidos”

Exercícios errados ou execução incorreta? Saiba a verdade sobre muitos mitos que cercam alguns exercícios e saiba como, quando, porque e se é, realmente necessário evitá-los. Conheça a segunda parte deste artigo.
- Academias “porão” com ótimos profissionais
Trata-se então, talvez de uma das melhores academias para se realizar um treino como um animal de verdade.
Além de todos os benefícios de um ambiente amedrontador, ainda existem uma porção de ogros que estarão de olho para ajudar ou estimular quando necessário. E estes, incluem ótimos profissionais que não se deixam levar pelo modismo e optam pelo real, básico e eficaz, neste caso sim, sem deixar de lado os reais protocolos de segurança usados a anos e que funcionaram e funcionam para atletas de ponta, seja no powerlifting ou no bodybuilding.
Tudo bem, conhecendo os tipos básicos de academia, fica muito mais fácil entender porque pessoas costumam lesionar-se facilmente dentro de academias. (Claro que não devemos entender todo tipo de lesão como necessária culpa de alguém, pois, de fato, acidentes podem ocorrer com qualquer um a qualquer momento.)
De fato, na maioria dos casos, há um pequeno deslize, seja por parte de quem instrui ou de quem é instuído.
O primeiro fator que se deve observar são os três principais erros de atletas ou alunos. E são estes:
- Esquecer o fortalecimento de tendões, articulações, músculos auxiliares e ligamentos:
Sem o fortalecimento desses grandes e pequenos grupos, é muito fácil ter dificuldade de estabilização durante os movimentos, deixando o sujeito muito mais susceptível a lesionar-se.
- Querer usar mais carga do que pode:
Este é um fator freqüente principalmente para iniciantes na musculação. Usar mais carga não significa ganhar mais músculos, necessariamente. Sem uma boa execução, com boa amplitude, controle e cadências, não há conversa. Principalmente para iniciantes.
- Utilizar máquinas quando se deve utilizar exercícios livres e utilizar exercícios livres quando é mais seguro realizar tais exercícios em máquinas.
Simples assim e, cometido por profissionais também. É comum ver atletas utilizando máquinas quando deveriam realizar estes exercícios livres, como um agachamento livre, ao invés de agachamento no Smith, por exemplo. E, utilizando exercícios livres, ao invés de máquinas, como por exemplo, abdominais no solo ao invés de abdominais em máquinas que estabilizam a região cervical.
Em segundo plano, porém tão importante quanto e, diga-se de passagem, extremamente necessário evitar dentro de umaacademia, são os três principais erros de profissionais. E são estes:
- Basear-se no achismo e esquecer matérias como a biomecânica, a física e a fisiologia:
Esquecer que estamos tratando do corpo humano e não de uma máquina anatomicamente igual de indivíduo pra indivíduo, preservando a individualidade biológica é um crime e um pecado mortal. Achar que tudo é regra e basear-se em conceitos (que muitas vezes já caíram por terra) pífios e sem grandes fundamentos é implorar por fazer coisas erradas com os próprios alunos e, assim manchar o esporte.
É necessário que profissionais sempre estejam atualizados e cientes do que podem (devem) ou não fazer. Ter um simples CREF hoje em dia, infelizmente, não significa boa qualificação, mas apenas, licença para trabalhar dentro de uma academia (escola).
- Utilizar os mesmos protocolos de atletas de alto nível para atletas iniciantes:
Neste caso, geralmente, o profissional baseia-se em atletas de alto rendimento para proporcionar o treinamento para um “pimpolho” que acaba de entrar na academia. Devemos lembrar que estamos falando de alguém que começou agora naquela modalidade e não tem uma estrutura biomecânica e não está apto o suficiente para aderir treinamentos avançados sem antes experimentar o básico e as devidas adaptações do esporte.

Fonte:Artigo escrito por Marcelo Sendon

Neste artigo você irá entender que nem todos os exercícios “proibidos” por instrutores, são realmente proibidos. Na maioria das vezes é por pura ignorância do “profissional”. Conheça a primeira parte do artigo

“Não faça esse exercício! Você vai se lesionar!”; “Não, este é muito perigoso, pois, é livre!”; “Agache no Smith, pois, a segurança é muito maior!”
Qual foi o atleta que nunca ouviu isso dentro de uma academia, seja consigo mesmo ou em papos alheios? Aliás, não precisaria nem mesmo ser atleta. Basta freqüentar por uns seis meses quaisquer academias chamadas “paquitas” para observar muitas bobagens desse tipo.
Exercícios errados ou execução incorreta? Saiba a verdade sobre muitos mitos que cercam alguns exercícios e saiba como, quando, porque e se é, realmente necessário evitá-los.
Primeiramente, vamos diferenciar os quatro tipos básicos de academia, para então, dar início ao assunto que será aqui tratado:
- Academia “Paquita” com incompetentes.
Academia “Paquita” é aquela onde geralmente é localizada em algum bairro nobre e, adentrando a mesma, observamos pessoas de classe média/alta treinando para manter um bom corpo, para distrair-se ou até mesmo para passar o tempo. Neste tipo de academia, todos os pesos são limpinhos, os papéis para higiene pessoal estão por toda parte e, claro, em cada aparelho há um kit de higienização (como se fôssemos na academia para ficarmos cheirosinhos e limpos). Também há televisões de plasma em cada esteira, som eletro ou romântico e, aulas super animadas nas salas com acústica impecável. O chão é extremamente limpo e com piso antiderrapante de primeira.
Qualquer atitude do tipo “animal” como jogar pesos no chão, gritar ou gemer, é totalmente condenada e vetada.
Mas não é esse todo o problema não, meus caros. O problema maior é quando se têm, em uma academia com tamanho nível, profissionais incompetentes. Que vetam coisas e, nem ao menos sabem o real motivo daquilo. Que fazem as pessoas usarem máquinas e aparelhos mirabolantemente caros e complicados (e na maioria dos casos desnecessários e tolos). Segurança? Na maioria dos casos ignorância mesmo…
E, por mais que estejam com a melhor das intenções, posso garantir que muitos, deveriam é atualizar-se e estudar um pouquinho mais sobre sua profissão.
- Academia “Paquita” com ótimos profissionais
Trata-se de uma academia exatamente como a citada anteriormente, mas com uma diferença que faz totalmente a diferença: Há profissionais competentes. Estes, geralmente, são muito bem atualizados e, fazem por merecer seu diploma e suas qualificações. Esse tipo de academia, geralmente, é cara, mas vale a pena pagar um pouco mais, pelo luxo, pelos bons resultados que irá obter não só pela academia, mas pela ajuda e, pela segurança e, agora sim, SEGURANÇA (não leia-se frescura).
- Academia “porão” com incompetentes.
Trata-se de uma academia nem sempre fundo de quintal (mas muitas vezes também), com pesos brutalmente grandes e pesados, pouca frescura na maquinaria, barrias e anilhas enferrujadas, som pesado no rádio (geralmente Slayer ou Motorhead), bancos sujos e cheirando a roupa de mendigo e pessoas que não estão dando a mínima para seu visual nada moderno.
Mas aí, mora um grande perigo: os incompetentes de plantão que, mesmo estando em um lugar ótimo para se fazer um treino insano, pecam pela frescuragem e falta de informação.
Neste tipo de academia, segurança é o que menos é levado em consideração (realmente) e, além das não 100% condições do local, ainda contamos com uma ajuda extra de ignorância…

Vamos conhecer em dois artigos os exercícios que são fundamentais para um bom treino em cada grupo muscular

Hoje, vamos conhecer em cada grupo muscular um exercício fundamental, seja em períodos de cutting ou bulking.
O princípio é estabelecer exercícios que recrutem muitas fibras musculares no determinado grupamento muscular, possibilitando assim melhores resultados.
Conheça alguns dos exercícios que não podem faltar em seu treino de musculação, seja qual for o objetivo.
# Peito – Supino inclinado com halteres
O supino inclinado com halteres recrutará todo o peitoral (superior, médio e inferior, inclusive, diferente do que muitos costumam acreditar). Quando realizado com halteres, a amplitude torna-se um pouco maior. É um ótimo exercício, pois também recruta fibras nos deltóides anteriores e tríceps.
O supino inclinado pode ser considerado em alguns casos superior ao supino reto.
# Tríceps – Paralelas
As paralelas, quando bem executadas, ou seja, com amplitude maior possível, são ótimos exercícios para desenvolver tamanho nos tríceps. Além disso, ela exercita o sistema nervoso a manter o equilíbrio.
As paralelas também recrutam parte do peitoral inferior.
Mas fique sempre atento com a estabilidade, que é fundamental no exercício.
# Costas – Barra fixa
Um exercício excelente e composto para desenvolver força, densidade e largura nos dorsais. Além disso, ajuda a desenvolver o equilíbrio.
A barra fixa é um exercício que evita roubos, o que recruta melhor ainda partes específicas da musculatura envolvida.
# Bíceps – Rosca direta com barra reta
A rosca direta com barra reta é mais eficiente do que quando realizada com barra W ou EZ. Ela abrange por total o bíceps em suas porções curta e longa.
Além disso, o exercício principal de bíceps, trabalha os antebraços e fortalece o pulso.
Continua em um próximo artigo…

sábado, 2 de julho de 2011

Exercícios Físicos ajudam pacientes com hepatite



Exercícios físicos também são aconselhados pelos especialistas para quem tem hepatite - inflamação no fígado. Além de melhorar a musculatura, ajuda a combater a fadiga e o cansaço.
A aposentada de São Bernardo Maria Aparecida Duarte Barbosa, 61 anos, descobriu há 11 anos que tinha hepatite C. "Foi um baque quando descobri, porque não sentia nada e foi ao fazer exames a pedido do ortopedista que descobri. Mas sei que não vou morrer com a doença e não por conta dela."
Há sete meses Maria frequenta a academia. "Estava com dores no corpo e problemas ortopédicos. Agora tenho mais energia, a musculatura está fortalecida", explica a aposentada, que diz ter a doença estabilizada. "Sinto que ainda há o preconceito. Não tenho vergonha de falar, sempre que vou ao podólogo, dentista."
A dona de casa de São Bernardo Juara Maria Estavori de Melo, 54, descobriu no Japão que sofria do mal. "Fiz tratamento lá e percebi que as pessoas não sabiam muito e havia discriminação. Por isso, resolvi voltar para o Brasil", afirma Juara, que está desde o ano passado no município sendo atendida pela rede pública e há cinco meses na academia. "Antes tinha fadiga e sempre estava cansada. Hoje tenho mais fôlego e a resistência melhorou."
Enfermeira de saúde pública pelo programa de hepatite da Clínica Municipal de Especialidades Médicas, Ana Maria Sotirios Michas ressalta que o número de casos tem aumentado, mas que por ser doença silenciosa, nem todos os casos são identificados.
Ela revela que até o dia 15 de maio 225 pessoas foram diagnosticadas, sendo que no mesmo período de 2010 foram 160. "A tendência é aumentar. Em média, recebemos 40 pacientes por mês."
Ana explica as principais diferenças dos três tipos de hepatite. "A hepatite A tem 99,9% chance de cura, enquanto na do tipo B a chance é de 70% com a vacina e a medicação injetável. Já na C a chance é de 50% com a medicação", afirma a enfermeira.
"Cerca de 50% das pessoas que usam medicamento apresentam bom resultado e zeram a carga viral. Enquanto que alguns casos diminuem e outros continuam do mesmo jeito. Por isso é muito importante que o paciente sempre realize exames para o controle da doença."

Fonte:

Bruna Gonçalves
Do Diário do Grande ABC

segunda-feira, 27 de junho de 2011 7:43

Exercício físico combate efeitos do HIV

A prática de exercícios físicos se transformou em aliado para combater a alteração da massa corporal em pessoas com o vírus HIV. A lipodistrofia é um dos efeitos causados pela medicação, que provoca aumento ou perda de gordura nas regiões do abdômen, entre os ombros, em volta do pescoço, nos braços, pernas, nádegas e rosto.
Pensando nisso, a Prefeitura de São Bernardo criou, em agosto do ano passado, uma academia destinada ao atendimento destes pacientes junto à rede municipal de Saúde. Em menos de um ano já colhe bons resultados.
"Observamos perda de gordura e ganho de musculatura. Os alunos também apresentam melhor equilíbrio e coordenação", explica a fisioterapeuta Regina Célia Cuattrin.
"Cada aluno tem um programa específico voltado para suas necessidades. Todos os equipamentos e exercícios usados são os mesmos das academias convencionais. Além disso, tem a troca de experiência com outras pessoas que vivem situações parecidas, o que melhora a autoestima", ressalta.
Até cinco pessoas participam das atividades em cada horário. Atualmente, são 68 pacientes, entre 18 e 75 anos, que frequentam as aulas duas vezes por semana. A academia está localizada na Clínica Municipal de Especialidades Médicas (Avenida Armando Ítalo Setti, 402, 3° andar, Baeta Neves), e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h.
Regina conta que os alunos são disciplinados, dificilmente faltam. Um dos participantes é o aposentado José Carlos Alberto, 49 anos, que há uma década descobriu o vírus.
"Além de apresentar um bom resultado, Alberto se tornou mais comunicativo e sempre está com um sorriso no rosto", avalia Regina.
O aposentado admite que a convivência com outras pessoas ajuda a superar os limites.
Ele revela que sempre recebeu apoio da família. "Tive câncer de intestino, passei por quimioterapia e nunca desisti."
Preocupado com a saúde e com a estética, Alberto já fez dez preenchimentos no rosto por ter perdido gordura e agora encara duas horas por semana os exercícios para fortalecer os músculos do corpo.
Fonoaudióloga e coordenadora do Ambulatório de Lipodistrofia do Programa de Aids, Karina Viviani de Oliveira Pessoa explica que as causas das alterações no corpo ainda são desconhecidas. "Não tem nada comprovado. Nem todos passam por isso, mas observamos que é mais comum entre homens brancos com mais de 40 anos", afirma.
Para a psicóloga da Pontifica Universidade Católica de São Paulo Edna Peters Kahhale, os benefícios da atividade física vão além dos resultados do corpo. "A autoestima melhora, previne a depressão, diminui os efeitos da medicação e ainda previne doenças cardíacas e respiratórias."
AVALIAÇÃO
Antes de iniciar os exercícios é preciso fazer avaliação física e cardiovascular. Se o paciente estiver apto, passa então por programa de exercícios com orientação de fisioterapeuta e nutricionista.
"As atividades ocorrem duas vezes na semana com uma hora de duração cada. Depois de quatro meses, fazemos avaliação para ver se a meta foi atingida ou se é preciso mudar", ressalta Karina.
A fonoaudióloga diz que a demanda não é maior porque muitos que fazem tratamento não moram em São Bernardo e trabalham o dia todo. "Como atendemos toda a região e nem sempre os horários são compatíveis, passamos exercícios que podem ser feitos em casa."



Fonte:   http://www.dgabc.com.br/News/5895542/exercicio-fisico-combate-efeitos-do-hiv.aspx